Li um texto que fala sobre fechar portas, encerrar ciclos, conluir etapas na nossa vida. Tenho usado esse texto para alguns amigos que tem passado por um espécie de epidemia de fins e recomeços de namoro. Queria aqui exprimir minha opinião sobre relações amorosas em geral.
É lógico que no amor não existem fórmulas matemáticas nem tampouco lógicas, mas, no entanto, a gente não perde a mania de opinar e dizer o que a gente acha que funciona ou não. Eu sempre uso uma máxima que "a vida é uma escola onde não dá pra pedir cola", ou seja, o pior caminho é você tentar ajudar comparando a experiência da pessoa com alguma outra já vivida. A experiência de um normalmente não serve pro outro, o que deu certo pra alguém não necessariamente vai dar certo pra outra pessoa, e por aí vai.
Acho que temos a sombra fantasmagórica do eterno em nossa volta. Crescemos ouvindo histórias de Cinderela e Branca de Neve, que terminam com assustadora frase "e foram felizes para sempres", então quando crescemos e nossas histórias não tem um final feliz parece que nosso script está errado, que nossa vida não está seguindo os moldes que deveria seguir.
Eu já pensei muito assim, mais uma das vantagens de se ficar mais velho é adquirir uma palavrinha mágica chamada "maturidade" e essa coisinha faz a gente mudar radicalmente de opiniões xiitas que tínhamos a um tempo atrás. Hoje acho que as pessoas passam pela nossa vida para acrescentar algo a nós e nós a elas, ainda que com experiências ruins, acabamos aprendendo algum tipo de lição.
O problema no entanto é entender quando essa pessoa já PASSOU na nossa vida. Algumas pessoas se tornam almas perambulantes que parecem estar ali presentes com algo pendente a resolver e por isso nunca vão embora de vez. O que eu tenho percebido é que normalmente somos nós que não deixamos elas irem. Temos uma idéia esquisita de posse entre pessoas e da "perda" surge a necessidade da volta simplesmente porque não entendemos que não pertencemos nem somos donos uns dos outros.
Tentar olhar a vida por um outro ângulo, fazer seus próprios planos, ser um pouco ímpar e menos par, não é facil mas acho que é o caminho. Se libertando e libertando o outro fica mais fácil pra tomar alguma decisão, seja ela qual for. Mas como eu disse no início, não há muita lógica pras coisas do coração...
Por enquanto vou me apoiando no pensamento de que o eterno é bônus extra...rs
É lógico que no amor não existem fórmulas matemáticas nem tampouco lógicas, mas, no entanto, a gente não perde a mania de opinar e dizer o que a gente acha que funciona ou não. Eu sempre uso uma máxima que "a vida é uma escola onde não dá pra pedir cola", ou seja, o pior caminho é você tentar ajudar comparando a experiência da pessoa com alguma outra já vivida. A experiência de um normalmente não serve pro outro, o que deu certo pra alguém não necessariamente vai dar certo pra outra pessoa, e por aí vai.
Acho que temos a sombra fantasmagórica do eterno em nossa volta. Crescemos ouvindo histórias de Cinderela e Branca de Neve, que terminam com assustadora frase "e foram felizes para sempres", então quando crescemos e nossas histórias não tem um final feliz parece que nosso script está errado, que nossa vida não está seguindo os moldes que deveria seguir.
Eu já pensei muito assim, mais uma das vantagens de se ficar mais velho é adquirir uma palavrinha mágica chamada "maturidade" e essa coisinha faz a gente mudar radicalmente de opiniões xiitas que tínhamos a um tempo atrás. Hoje acho que as pessoas passam pela nossa vida para acrescentar algo a nós e nós a elas, ainda que com experiências ruins, acabamos aprendendo algum tipo de lição.
O problema no entanto é entender quando essa pessoa já PASSOU na nossa vida. Algumas pessoas se tornam almas perambulantes que parecem estar ali presentes com algo pendente a resolver e por isso nunca vão embora de vez. O que eu tenho percebido é que normalmente somos nós que não deixamos elas irem. Temos uma idéia esquisita de posse entre pessoas e da "perda" surge a necessidade da volta simplesmente porque não entendemos que não pertencemos nem somos donos uns dos outros.
Tentar olhar a vida por um outro ângulo, fazer seus próprios planos, ser um pouco ímpar e menos par, não é facil mas acho que é o caminho. Se libertando e libertando o outro fica mais fácil pra tomar alguma decisão, seja ela qual for. Mas como eu disse no início, não há muita lógica pras coisas do coração...
Por enquanto vou me apoiando no pensamento de que o eterno é bônus extra...rs

2 comentários:
CAraCA, fiquei até embaralhado agora.... Mas a construção da idéia e aterradoramente interessante, analisando uma pequena parte no texto. Às pessoas a que queremos nos afastar são as pessoas quase sempre estão tão próximas que chegamos a sentir seu cheiro...(ta bom foi alem...)
Embora geralmente somos nos que limitamos ou nos deixamos limitar pelos outros racionalmentos, o paradoxo é esse: Não nos compreendemos! Logo é meio estafante querer assimilar ou agregar uma nova critura em nossos domínios, ainda mais no que tange relacionamento onde se envolve um "quê" de sentimentalismo..
Belo texto!
Falou mto comigo!
Msg perfeita para reflexão...
Adorei!!!
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