Que nem sei por que razão
Fortaleço minha vontade
que tudo aconteça do meu jeito
Corro enquanto acredito,
persisto até chegar ao fim
Pra descobrir, lá no final,
que eu corri atrás do vento"
Trecho da música "Vaidade"
Heloísa Rosa
Ando fazendo essa pergunta nos últimos dias, desde que voltei de viagem do Nordeste.
É interessante passar alguns dias em um lugar onde a vida passa em um ritmo diferente e onde eu percebi que é muito fácil ser feliz.
É interessante passar alguns dias em um lugar onde a vida passa em um ritmo diferente e onde eu percebi que é muito fácil ser feliz.
Percebi que aqui na "cidade grande", a gente corre da hora que acorda até a hora que dorme, e normalmente nunca conseguimos atingir tudo que queremos ou queremos sempre o que não podemos atingir.
Dessa inatingibildade das coisas, nasce a sensação de frustração o que leva a maioria de nós a nítida sensação de "correr atrás do vento".
Damos mais importância a uma discussão de trânsito ou intriga no trabalho ao invés de dar valor as coisas essenciais da vida.
Nunca temos tempo suficiente para os amigos, pros filhos, pra Deus...
E aí eu me pergunto: o que realmente importa?
Corremos tanto atrás de quê?
Será que estamos nos importando com que realmente importa, ou será que nos perdemos na nossa busca desenfreada?
Enfim, quero ouvir opiniões diferentes sobre esse assunto.
Enquanto isso fico com a lembrança de Mamanguape, onde as pessoas ainda sentam juntas pra tomar café e almoçar e valorizam de verdade o convivio uns com os outros...

