
"Nós éramos pedras de rua,
Chutadas, pisadas por pés.
Batíamos contra outras pedras
Rolávamos sempre em revés.
Até que caímos no abismo,
Disformes, quebradas, sem luz.
Nas trevas da noite ficamos
Perdidas à sombra da cruz.
A Pedra de Esquina do templo
Tirou-nos da lama fatal,
Limpou-nos do lodo envolvente,
É grande esse amor Divinal.
Nos fez pedras vivas e úteis
No templo, na causa de Deus
E ainda lapida as arestas
Que encontra nos filhos Seus.
A Pedra que os homens quebraram
Ficou como Pedra Angular.
A Pedra que foi rejeitada
É Pedra que pode salvar.
Se tu te perderes contigo,
Procure encontrar a Jesus
A Jóia das jóias, amigo,
É Pedra que Vida traduz. (...)"
“Nós éramos pedras de rua, chutadas, pisadas por pés”
“A pedra que os homens quebraram ficou como pedra angular”
Apesar de Cristo ser a Pedra Angular e nós sermos outros tipos diferentes de pedras, a semelhança está na essência, pois tanto nós quanto Ele somos todos pedras. É como se fôssemos todos cópias de uma mesma matriz, Jesus sendo a "pedra modelo" e nós gerados a partir desse modelo. Essa seria a nossa identidade real.
“Se tu te perderes contigo, procure encontrar a Jesus"
Todos nós passamos em algum momento da nossa vida por uma espécie de crise de identidade. Seja porque os rumos da própria vida não seguem ao que planejamos, ou porque cometemos algo que nos desvia do foco, ou mesmo por não estarmos cumprindo o ministério para o qual fomos chamados. Essas coisas nos fazem questionar quem somos, provocam uma sensação de estar a deriva, ou como diz a expressão: "como cego em tiroteio". Nesse momento precisamos nos remeter ao que mencionei acima, ou seja, voltarmos a nossa origem, a nossa "matriz" para enfim compreendermos quem verdadeiramente somos e que rumos devemos tomar, e quais caminhos devemos seguir.
At 17.28 "Porque nele vivemos, e nos movemos, e existimos; como também alguns dos vossos poetas disseram: Pois somos também sua geração".
Bom, em resumo é isso.
Chutadas, pisadas por pés.
Batíamos contra outras pedras
Rolávamos sempre em revés.
Até que caímos no abismo,
Disformes, quebradas, sem luz.
Nas trevas da noite ficamos
Perdidas à sombra da cruz.
A Pedra de Esquina do templo
Tirou-nos da lama fatal,
Limpou-nos do lodo envolvente,
É grande esse amor Divinal.
Nos fez pedras vivas e úteis
No templo, na causa de Deus
E ainda lapida as arestas
Que encontra nos filhos Seus.
A Pedra que os homens quebraram
Ficou como Pedra Angular.
A Pedra que foi rejeitada
É Pedra que pode salvar.
Se tu te perderes contigo,
Procure encontrar a Jesus
A Jóia das jóias, amigo,
É Pedra que Vida traduz. (...)"
“Nós éramos pedras de rua, chutadas, pisadas por pés”
“A pedra que os homens quebraram ficou como pedra angular”
Apesar de Cristo ser a Pedra Angular e nós sermos outros tipos diferentes de pedras, a semelhança está na essência, pois tanto nós quanto Ele somos todos pedras. É como se fôssemos todos cópias de uma mesma matriz, Jesus sendo a "pedra modelo" e nós gerados a partir desse modelo. Essa seria a nossa identidade real.
“Se tu te perderes contigo, procure encontrar a Jesus"
Todos nós passamos em algum momento da nossa vida por uma espécie de crise de identidade. Seja porque os rumos da própria vida não seguem ao que planejamos, ou porque cometemos algo que nos desvia do foco, ou mesmo por não estarmos cumprindo o ministério para o qual fomos chamados. Essas coisas nos fazem questionar quem somos, provocam uma sensação de estar a deriva, ou como diz a expressão: "como cego em tiroteio". Nesse momento precisamos nos remeter ao que mencionei acima, ou seja, voltarmos a nossa origem, a nossa "matriz" para enfim compreendermos quem verdadeiramente somos e que rumos devemos tomar, e quais caminhos devemos seguir.
At 17.28 "Porque nele vivemos, e nos movemos, e existimos; como também alguns dos vossos poetas disseram: Pois somos também sua geração".
Bom, em resumo é isso.

Um comentário:
Essa sim é uma letra de musica do Leo que eu entenderia.
hehehehehehehehehe....
Menos "biblica" ;)
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